Earth without art is just eh #4

A arte hiper(su)realista de István Sándorfi:

Artista que nasceu na Hungria, István Sándorfi (1948 – 2007) pinta com óleo em tela, e seu estilo super realista – ou surrealista – lembra até as modernas pinturas digitais e manipulações. Começou a praticar sua arte aos 12 anos como forma de refugio à realidade durante o período do estalinismo – onde seus familiares foram presos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Canal Nostalgia

Olá pessoal, depois de praticamente um mês sem postar, volto hoje para apresentar um canal genial do Youtube. Atualmente em parceria com a Parafernalha, o canal produzido por Felipe Castanhari e Fábio Pereira aborta temas relacionados ao conteúdo infantil da década de 90, por isso, logicamente, se chama Nostalgia.

 

 

Canal Youtube: LINK

Página Facebook: LINK

Earth without art is just eh #3

Ryohei Hase

http://ryoheihase.com/

http://ryohei-hase.deviantart.com/

Japonês graduado na Tama Art University. Seu estilo é pintura digital, em um jeito meio melancólico e, por muitos, rotulado de “perturbado”. Ryohei é um daqueles artistas em que você pode ficar admirando a obra por horas, suas pinturas são todas planejadas e perfeitamente executadas, misturando uma ilustração realística com um toque imaginário/fantástico.

WHITE HORSE COM TRÊS PEDRAS DE GELO

 

O mundo é muito menor do que imaginamos. Mas existem locais onde ninguém nos acha quando queremos nos esconder. Isso confere sentido às coisas, significado àquilo reside no mistério. Acontece que a possibilidade de saber desses locais, somente se dá quando percebemos que não existem fronteiras para o nosso desejo. A vontade não acaba às margens de um rio ou na alfândega de qualquer porto, mas ultrapassa qualquer compreensão que pretenda restringir suas cordas a um mecanismo auto-suficiente, carente de novidade. O problema é que as pessoas procuram nos dizer que ela sempre será impotente frente ao mundo. É por isso que crescemos frustrados, pensando que as possibilidades da vida não podem jamais cruzar certa zona limítrofe entre a suposição da competência e a infinitude das relações que existem além dela.

Percebo isso quando converso com vários amigos. A maioria se contenta com o reflexo que se acostumou a ver no espelho. Aprisionados em empregos que servem apenas para pagar suas contas e sustentar luxos miseráveis, seguem sua vida em busca de algum significado que sempre lhes escapa. Alguns partiram para longe há tempos. São médicos, engenheiros, militares, advogados. São pessoas que, para senhores de sessenta e poucos anos que saboreiam seu White Horse com três pedras de gelo, podem ser chamadas de “bem-sucedidas”. Não duvido que sejam. Sei das conquistas e das batalhas de muitos, tanto na cidade que resido quanto distante dela. Mas o que me intriga é que sinto que todas as pessoas entre os vinte e os trinta anos, são portadoras de uma angústia tremenda da qual raramente conseguem dar conta, o que, se não lhes impõem amarras, solta todo e qualquer senso da sua percepção da realidade, afundando suas existências em uma movediça areia pura de despropósito.

O problema é que não há qualquer problema no despropósito das nossas atitudes. Haveria se a vida tivesse algum sentido ou alguma regra universal que caso desobedecida causasse um sofrimento eterno. Como nada disso existe, como o Big Bang é uma conseqüência da Lei da Gravidade, como nosso planeta é um apanhado de matéria que orbita uma estrela insignificante em um braço esquecido da Via-Láctea, qual é o empecilho de simplesmente viver? A resposta seria branda se fosse eminentemente científica. Mas nada do que é humano é eminentemente científico. O problema de viver sem motivos nem objetivos, é que isso jamais irá nos satisfazer, ainda que lutemos pelo ideal da falta de ideais.

Talvez a tristeza da minha geração tenha a ver com a possibilidade da consciência disso tudo. Sabemos que o sistema está posto e que as cartas já foram lançadas. Sabemos que nossos atos, ainda que coletivos, nem cócegas farão no estômago imenso desse monstro que come um pedaço de nós a cada hora. O mundo está dividido em marcas, não em países. As pessoas estão divididas de acordo com sua profissão, não pela causa das suas palavras ou pelo bem que porventura fizeram ou fazem umas às outras. O que dói é perceber que possivelmente as coisas sempre foram assim, mas somente a minha geração aceitou a falta de sentido de tudo isso, mergulhando no insosso de um almoço que, como gasolina ou álcool para os carros, apenas serve para nos manter em pé.

Não existe cura para essa sensação de intermitente mal-estar. Existem festas, drogas, paixões, estudos e filmes dos quais você esquece assim que sai do cinema. Mas cura, nem mesmo a música seria capaz de trazer. Perdidos em um deserto que nos dá a noção de norte e sul por conta de neons espalhados na aresta de cada pedra, formamos um bando bem vestido, nutrido até demais, informado das mil e uma inutilidades do mundo das celebridades, mas insciente do rumo que suas pernas tomarão quando se der conta de que o chão não é de asfalto ou vidro, mas simplesmente de areia.

Mas a felicidade é possível. Quem sabe um olhar, quem sabe um abraço, quem sabe o esquecimento dessas pretensões que temos para encher a casa com quinquilharias que sobreviverão mais que nós, traga uma pequena amostra disso que se esconde em cada xícara de café – mas é abafado pelo barulho dos caminhões. O assombro habita a casca das maçãs, as dobras dos lençóis, o choro pela saudade e a dor pelos desencontros. Mas como tentamos encarar a vida como se estivéssemos em um estúdio hollywoodiano, esperando holofotes dizerem nossa dor mais que nossa boca, confundimos sinceridade com franqueza, preferindo a mentira dos individualismos à verdade da bela tragédia diária que é respirar enquanto tudo morre.

Não é necessário desespero. É necessária uma serenidade que ultrapasse qualquer meditação imbecil, qualquer prece que gire ao redor da própria ignorância, qualquer sinal que nos traga uma suposição de bem-estar quando em realidade denuncia nosso temor pelo que a vida é. O mundo não acaba nas barrancas de um rio e muito menos nos lugares em que o passaporte é a condição de entrada e saída. As possibilidades do mundo são infinitas. Quem descobrir o sossego, seja no trânsito ou no alto de um edifício, observando a poluição de tudo do vigésimo sexto andar, saberá que existe um fundo insubornável no ser humano, velado por milênios de dor e prazer. Aí é que estamos, esperando que as garrafas da nossa consciência, jogadas na maré de um inconsciente tormentoso, despertem em nós o amor pela pele, pelo corpo de bicho e pelas palavras de santo que todos tem o privilégio de trazer consigo. Somente a consciência plena da nossa insignificância é que trará algum significado para nossas vidas, gerando a partir daí alguma possibilidade solidária. Todo o mais é auto-engano.

Sou de uma geração forjada pela angústia, pintada pelo esquecimento e vendida pela dor: o que nos preenche é a falta.

 

 

Autor: EDUARDO MATZEMBACHER FRIZZO

Blog: http://naoeceu.blogspot.com.br/

Texto: WHITE HORSE COM TRÊS PEDRAS DE GELO

Via: http://sociedaderacionalista.org/

Gantz

Kei Kurono é um adolescente normal de 16 anos que, certo dia, reencontra um amigo de infância em uma estação de metro. Durante o reencontro, um mendigo bêbado cai acidentalmente nos trilhos e Kurono, junto de seu amigo Masaru Katou, salvam o mentigo da morte, porém o trem chega à estação antes de Kei e Masaru conseguirem sair do vão do metro.

Após suas supostas mortes, eles acordam com um grupo de pessoas que também morreram, em uma sala vazia, só com uma bola negra no centro. Quando o grupo é preenchido aparece a seguinte mensagem na bola negra (denominada Gantz): “Suas vidas acabaram. Como usarão suas novas vidas apenas eu decidirei.” E, logo em seguida, apresenta um alvo para o grupo.

Tudo aparentemente é uma espécie de jogo bizarro, onde as pessoas morrem ou matam. Para cada morte ganham alguns pontos, com esses pontos podem comprar armas mais potentes, reviver alguém morto dentro do Gantz ou comprar a liberdade.

A série apresenta versão anime – não recomendo, pois a história é diferente e já acabou – e a versão mangá. A trama gira em torno do que realmente seria Gantz.

Com muita violência gratuita e pornografia, Gantz é uma espécie de Game of Thrones versão mangá. A série fica repetitiva em uma parte da história, mas vale apena continuar a ler.

Nacionais

Uma pequena seleção de músicas nacionais. Naquele bom e velho hardcore, mais um post da série de músicas de antigamente que relembro pra postar aqui.

Cueio Limão

 Lastfm

Sugar Kane

Lastfm

Tequila Baby

Lastfm

Medulla

+Bônus:

Uma banda que tive o prazer de conhecer. Formada pro uns crazypeople bem legais:

Lastfm

Earth without art is just eh

Primeiro post sobre arte aqui, então escolhi um que gosto bastante pra começar bem.

Daniel Grzeszkiewicz é um artista polonês que desenha ao velho estilo lápis mais papel. Suas obras exprimem algo abstrato, meio irracional e até um pouco macabro. Elas têm e não tem conceito. Seu estilo é elaborado e simples.

 

 

 

 

 

 

Mais obras:  http://danielgrzeszkiewicz.deviantart.com/

Only death may pay for life

Olá caros leitores,

faz um tempo que não posto no blog, mais por falta de vontade e de assunto do que de tempo, admito. Faltando seis dias para o lançamento do quinto livro da série, o assunto de hoje é Game of Thrones.

 

A série de livros As Crônicas de Gelo e Fogo, com quatro livros lançados e um seriado com duas temporadas, lança nesta segunda-feira (25/06), pela editora LeYa, o quinto livro da série A Dança dos Dragões e, para comemorar, escolhi um assunto acessível à maioria dos fãs. Deparei-me com uma enorme quantidade de fãs intrigados por um misterioso personagem, então escrevo uma teoria – que, por sinal, é compartilhada por bastante gente – sobre quem seria o, até então, indecifrável Jaqen H’ghar.

 

Como nem todo mundo leu os livros, dividirei a teoria em duas partes. A primeira com os dados de até o segundo livro – não assisti a segunda temporada, mas acredito que os dados sejam equivalentes. E o segundo com todas as informações que conheço.

 

 

> Jaqen H’ghar

 

Dados sobre o personagem:

  • Foi preso nas celas negras (usadas para crimes graves).
  • Foi mandado para a muralha após a morte de Eddard Stark.
  • Estava aprisionado com dois outros prisioneiros que, apesar de extremamente violentos, tinham medo dele.
  • Tem um interesse em incomum em Arya, como se já a conhecesse. E sabe que Arry é na verdade Arya Stark.
  • Pode mudar de rosto (como visto no final da segunda temporada).

 

Quem é e da onde veio:

Jaqen H’ghar é um membro de elite do grupo assassino Homens Sem Rosto (quase foram contratados para matar Daenerys na primeira temporada), que serve ao deus de muitas faces. Veio da cidade livre de Bravos.

 

Teoria:

Juntando tudo temos um homem que pode mudar de rosto, que gosta de Arya, que veio de Bravos e foi preso após a morte de Eddard Stark. Tentando encaixar os pedaços, que personagem que conhecia Arya, não era de Westeros e, principalmente, não apareceu morrendo?

Syrio chega a Westeros contratado por Eddard para ensinar Arrya a lutar. Após a morte de Eddard, Syrio se “sacrifica” para Arya poder fugir, mas nunca mostrou se Syrio realmente morreu¹ – ou se foi preso nas celas negras e receberia a pena de morte.

Porque os outros prisioneiros tinham medo dele: ele provavelmente matou o terceiro integrante e roubou sua identidade. Convenhamos, a troca de rostos já é motivo bastante para o medo.

 

¹ Como já percebemos, o autor não poupa personagens da morte. Quando ele quer que os personagens morram, usa as mais diversas – e brutais – maneiras para os matar, mesmo que o personagem não apresente relevância para a história.

 

Teoria completa:

Matou o verdadeiro Syrio antes de assumir o posto de professor de Arya e assumiu sua identidade. Note que, no treinamento, pouco se ensina sobre espadas e muito sobre outras habilidades de dominância do próprio corpo – ensinamento também usado quando Arya vai aprender a servir o deus de muitas faces. Então, Jaqen (Syrio) estaria começando o treinamento de Arya para virar uma assassina do grupo de Homens sem Rosto (como foi visto no final da segunda temporada, onde Jaqen tenta convencer Arya a ir para Bravos). Porque os outros prisioneiros tinham medo dele: como foi visto quando Jaqen matou Pate na Cidadela, mudar de rosto não é a única habilidade mágica. Após “cuidar” de Arya, Jaqen assume a identidade de Pate e vai para a Cidadela, onde poderia ter sido contratado pelo arquimeistre que foi responsável pelos sonhos verdes que auxiliaram Bran. A princípio, considerei Syrio morto, mas a grande frequência que ele aparece nos pensamentos de Arya deixam a duvida de que Syrio ainda estaria vivo.

 

Moeda, valar morghulis e valar dohaeris:

  • valar dohaeris: “todos os homens tem que servir”.
  • valar morghulis: “todos os homens tem de morrer”, espécie de lema dos servidores do deus de muitas faces.
  • Moeda: espécie de símbolo do grupo dos homens sem rosto.

     

Assim, com a moeda e o “valar morghulis”, qualquer cidadão das cidades livres entenderia que Arya estaria tentando ir para a casa do deus de muitas faces.

 

 

Post aparentemente irrelevante para a história, eu sei, mas não custa nada brincar com teorias, né?

Outras teorias:

  • Jon Snow é, na verdade, filho de Lyanna Stark e Rhaegar Targaryen. Eddard Stark mentiu para proteger Jon de Robert Baratheon.
  • Ben Stark seria o ser que ajuda Sam a escapar dos Outros.

 

Girl, check out that mustache

Girl, check out that mustache.

Apesar de não ligar tanto pra aparência, achei essa matéria bem interessante:

Barba e personalidade:

 

Estilo informal. Quando não está cheia e certinha, a barba tira o aspecto de sério.

 Estilo conquistador. Barba certinha e bem desenhada, lembra estilo Don Juan.

Estilo desleixado. Mostra despreocupação com a aparência, podendo lembrar um estilo relaxado e/ou bruto.

Estilo bom moço. Barba certinha e cheia transmite imagem de homem sério e certinho.

Porém, nem todo tipo de barba combina com todos os rostos. Veja a barba ideal para seu tipo de rosto:

(clique para aumentar)

Fonte: Playboy.com.br

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